.:.:. Educação .:.:.

ATIVIDADES EDUCACIONAIS

  Tecelagem
O TEAR
 

“Precisamos a aprender a viver na eternidade.
É evidente que para isso a primeira coisa a desaparecer
é a pressa, a impaciência” 
                                                                 A Mãe
 
 
 
 
 

O trabalho com o tear manual e seus elementos nos ensina a paciência, o respeito às suas características, a estar presente aqui e agora ,sempre trazendo a consciência para o trabalho desenvolvido nele. Basta ter um pouco de sensibilidade para perceber que um trabalho feito à mão, com criatividade, usando materiais naturais, com simplicidade; nos mostra vida, energia.
E quando temos a oportunidade de trabalhar com um material desde a sua origem, como por exemplo a lã, o algodão, as fibras vegetais em geral, a argila, o papel,etc; processa-los e torna-los úteis ao uso é um processo muito rico de se vivenciar,  pois todo ele é vivo, é movimento e transformação, 
Isto é vida e por isso é terapêutico. Antigamente, estas práticas faziam parte da vida das pessoas e hoje se tornou algo muito distante, como “hobby”, terapia, passa-tempo, modas exóticas às vezes, e outras coisas.

O tear é o nome de um artefato que utiliza um mecanismo para produzir um tecido a partir de fios. Um tear serve para colocar uma quantidade de fios e mantê-los tensos; este grupo de fios se chama urdume. Logo, se utiliza outra função do tear para tecer a trama no urdume já tenciona.
A máquina que vamos utilizar é de madeira e é mais uma ferramenta do que uma verdadeira máquina. Pouco a pouco se converterá em um amigo que nos pode proporcionar muita alegria por nosso trabalho.
O termo tear engloba muitas coisas. Dado que tecer é formar uma tela com trama e urdume, nos encontramos com um significado bem definido.
O tear artesanal pode produzir tecidos desde os mais grossos até os mais finos, desde as pesadas mantas de lã até os finos tecidos de seda, porém sempre se trata de tecer uma trama em um urdume previamente colocado sobre o tear.
O jeito de poder trabalhar horizontalmente ou verticalmente dá lugar aos tipos diferentes de teares.
Um tear pode ser algo muito rústico: pode improvisar-se com um par de paus no chão, ou com uma moldura muito simples, ou com um cinturão com um par de varinhas, e também se pode aproveitar os galhos de uma árvore ou um batente de uma porta.
Porém, por mais simples que seja, só se pode chamar tear algo provido de um mecanismo para separar os fios do urdume e deixar passar o fio da trama. Assim o urdume se abre, se divide em duas partes iguais, deixando bastante espaço para passar o fio da trama. Esse espaço entre os dois grupos de fios do urdume se chama cala


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